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2323Um homem foi encontrado morto em um posto de combustíveis no bairro São Silvano, em Colatina, Noroeste do Estado, na manhã desta segunda-feira (27). O corpo de Alfredo Ferrari Júnior, de 41 anos, estava deitado no banco de trás do próprio carro, um Fiat Uno.

Segundo a Polícia Militar, o veículo foi deixado no posto na madrugada do último sábado (25). As imagens do circuito de segurança do estabelecimento mostram que outra pessoa dirigia o automóvel da vítima. O suspeito sai do carro e vai embora em outro veículo.

O Fiat Uno ficou parado no posto durante todo o dia de domingo e na madrugada desta segunda-feira. Pela manhã, um frentista encontrou o homem morto. Um primo da vítima disse que Alfredo estava desaparecido desde a última sexta. A família suspeita que ele tenha passado mal.

Dois homens que estavam com a vítima na sexta-feira foram detidos. De acordo com a PM, os suspeitos disseram que encontraram o homem caído em outro posto no bairro São Silvano e o trouxeram até o posto onde ele foi encontrado.

O corpo de Alfredo Ferrari Júnior foi levado para o Serviço Médico Legal de Colatina. Já os dois homens que deixaram a vítima no posto foram levados para a 15ª Delegacia Regional de Colatina para prestar esclarecimentos.

Fonte: Gazeta Online

 

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090Uma lanchonete em Colatina, no Noroeste do Espírito Santo, foi interditada pela Vigilância Sanitária, na última quinta-feira (23), após cerca de 40 clientes passarem mal. De acordo com o coordenador do órgão, Venício Padilha, o problema de infecção intestinal foi causado por uma maionese caseira servida no local.

O coordenador destacou que é proibida a comercialização do produto no município e prometeu aumentar a fiscalização. Alguns clientes que contraíram a infecção foram para o Hospital Maternidade São José, onde duas crianças seguem internadas. Já outras pessoas foram para o pronto-socorro do Hospital Silvio Avidos.

Segundo Padilha, a constatação veio após diversas reclamações der problemas intestinais. “Todos relataram que, em dias anteriores, ingeriram lanche de uma determinada lanchonete em Colatina. Então, daí, a gente constatou que havia um caso de infecção por contaminação por maionese caseira”, falou. O coordenador disse que 25 pessoas passaram mal na terça-feira (21), 16 pessoas na quarta-feira (22) e três pessoas na quinta-feira (23). Padilha destacou que vai ser lavrado um auto de infração para o estabelecimento, como prevê o Código Sanitário, e um trabalho de conscientização, de inspeção e de acompanhamento vai ser feito, até que a empresa possa se adequar às normas sanitárias vigentes.

Fonte: Com informações do G1 ES e TV Gazeta

 

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granitoOito prefeitos da região Noroeste do Estado, a maior produtora do mundo de granitos e rochas ornamentais, foram convocados para comparecer na sessão da Comissão Especial do Granito e Rochas Ornamentais, presidida pelo deputado Enivaldo dos Anjos (PSD), nesta terça-feira (28/04), às 11 horas, no Plenário Judith Leão.

Foram convocados os prefeitos de Águia Branca, Baixo Guandu, Barra de São Francisco, Ecoporanga, Mantenópolis, Nova Venécia, São Domingos do Norte e Vila Pavão, depois que a Comissão ouviu dos empresários do setor os relatos sobre dificuldades que enfrentam junto à burocracia do Departamento Nacional de Produção Mineral.

De acordo com o presidente da Associação Noroeste de Produtores de Pedras Ornamentais do Espírito Santo (ANPO), Domingos Sávio Otoviani, e o diretor executivo da entidade, Mário Imbroisi, mais de 900 processos tramitam no DNPM, sendo a metade relativa a relatório final de pesquisa, outros 300 de concessão de lavra, com e sem secção, alguns com até 10 anos de tramitação, sem resposta conclusiva.

De acordo com a associação, o segmento gera, hoje, 21 mil empregos diretos (norte e noroeste), sendo responsável por movimentar grande parcela da economia local, além de impactar no PIB do Estado do Espírito Santo. O Espírito Santo é responsável por 60% da produção nacional e 80% das exportações brasileiras no segmento, movimentando mais de R$ 1 bilhão por ano.

Criada pela Resolução nº 3.934/2015, a comissão terá 120 dias para debater políticas de incentivo e desenvolvimento para o setor de granito e rochas ornamentais do Estado. É presidida pelo deputado Enivaldo dos Anjos (PSD), tendo no deputado Freitas (PSB) seu vice-presidente e no deputado Josias Da Vitória (PDT) seu relator.

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Raquel Lessa, Marcos Bruno e Enivaldo dos Anjos
Raquel Lessa, Marcos Bruno e Enivaldo dos Anjos
Raquel Lessa, Marcos Bruno e Enivaldo dos Anjos

Instalada nesta segunda-feira (27/04/2015), a CPI dos Guinchos, comissão de deputados que visa apurar a existência de uma suposta máfia por trás dos serviços de guincho e dos pátios de estacionamentos a serviço dos órgão de trânsito no Espírito Santo, já decidiu quem será seu primeiro convidado a depor: o delegado licenciado Fabiano Contaratto, diretor-geral do Detran-ES.

Sob presidência do deputado Enivaldo dos Anjos (PSD), e com a participação dos deputados Marcos Bruno (PRTB) e Raquel Lessa (SDD), a Comissão Parlamentar de Inquérito marcou o depoimento de Fabiano Contaratto, por proposta de Marcos Bruno, para a próxima segunda-feira, dia 4 de maio, no plenário Judith Leão, onde se reunirá, regularmente, todas as segundas-feiras, às 11 horas.

Durante a instalação, o deputado Enivaldo dos Anjos anunciou a inserção, nos autos da CPI, de uma denúncia feita em 20 de novembro de 2008 pelo Ministério Público contra oficiais de alta patente da PM e a Assetran (Associação dos Policiais Militares de Trânsito), que recebeu doações de R$ 3,8 milhões de várias empresas da Grande Vitória. Entre os denunciados, estão comandantes gerais da PMES e do Batalhão de Trânsito.

A CPI criou um endereço eletrônico contramafiadoguincho@gmail.com para que o cidadão possa enviar informações e denúncias aos parlamentares. De acordo com o deputado Enivaldo dos Anjos, dezenas de denúncias já chegaram para a Comissão, principalmente nas cidades do interior.

“Em Anchieta, no litoral Sul do Estado, por exemplo, a população já está pressionando a Câmara de Vereadores para criar uma CPI para apurar, localmente, essa atuação, porque na sexta-feira a máfia chega para achacar os donos do carro e rebocar os carros, ganhando três diárias nos pátios de estacionamento. Aliás, aqui na Grande Vitória também é o dia preferido deles”, disse Enivaldo dos Anjos.

Nove em cada dez capixabas acham que existe uma máfia por trás do serviço de guincho e dos pátios de estacionamentos a serviços dos órgãos de trânsito no Espírito Santo. A Assembleia Legislativa está com uma enquete em andamento no site www.al.es.gov.br, juntamente com outras perguntas, e a da máfia dos guinchos é a que tem o maior percentual de respostas positivas: 92% acham que sim, que existe a máfia, e 7% acham que não.

“Isso aumenta a responsabilidade do trabalho dos deputados da CPI dos Guinchos”, comentou o deputado estadual Enivaldo dos Anjos (PSD). A deputada Janete de Sá (PMN) é a relatora da Comissão, formada, ainda, pelos deputados Marcelo Santos (PMDB), Marcos Bruno (PRTB) e Raquel Lessa (SDD). Na próxima semana, a CPI coloca nas ruas uma campanha com panfletos pedindo à população para denunciar abusos nos serviços de guincho e estacionamentos dos órgãos de trânsito.

O objetivo da CPI é apurar denúncias relacionadas ao serviço de guincho de veículos no Estado, incluindo os pátios que servem de depósito e “possível conluio entre autoridades, prestadores de serviços e lesão ao cidadão”.

Enivaldo dos Anjos preside também a CPI da Sonegação, que depois dos feriados volta a se reunir nesta terça-feira (28), 28, às 9 horas.

Foto: Assessoria de Imprensa/Gabinete Enivaldo dos Anjos

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Deputado Estadual Enivaldo dos Anjos é o autor deste artigo
Deputado Estadual Enivaldo dos Anjos é o autor deste artigo
Deputado Estadual Enivaldo dos Anjos é o autor deste artigo

Quero dar à tribuna do Parlamento estadual a dignidade que dela roubaram, enquanto espero a Justiça se manifestar sobre o meu direito de receber o salário de deputado, que reivindico para doá-lo a entidades de amparo à criança e à velhice em Barra de São Francisco e suprir a falta de apoio do Governo a essas instituições. Vivo com minha aposentadoria de servidor público estadual, depois de 37 anos de contribuição para o Fundo de Previdência.

No Brasil da mentira, os partidos permitem que seus candidatos mintam para ganhar voto e, depois, façam tudo ao contrário do que disseram. Eu, não. Perdi a última eleição para prefeito porque me recusei a mentir ou a negociar “lotes” da administração com as aves de rapina. O eleitor, porém, reconheceu e consagrou-me deputado estadual, com votos em todas as regiões do Estado.

Cheguei à Assembleia com a disposição de um jovem combativo e muita gente não estava mais acostumada com um deputado combativo. O Poder Legislativo havia se tornado um apêndice do Executivo. A tribuna da Assembleia é o lugar onde as ansiedades da população são repercutidas. Isso é o que vai ser, se depender de mim.

Presido duas Comissões Parlamentares de Inquérito, que já começam a incomodar àqueles que acham que mandam, enquanto os outros têm que obedecer. A CPI da Sonegação de Impostos vai desnudar o esquema imoral, ilegal e aético, que esgota os cofres públicos.

A outra é a CPI dos Guinchos, essa máfia indecente, à qual aderem, a cada dia, novos dirigentes públicos. O dia que eles mais gostam de atuar é na sexta-feira, para ganharem três diárias nos depósitos imorais de carros guinchados em toda a Grande Vitória. Não ficará pedra sobre pedra.

Quem está preso na ratoeira, certamente não está satisfeito com minha atuação. É disso que a população precisa saber: que a Petrobras já sonegou mais de R$ 4 bilhões em ISS aos municípios produtores de petróleo. Chegamos ao ponto de um desembargador ser ameaçado de morte. Por quem? É o que queremos saber.

Para enfrentar isso, tem que ter coragem. Como a que tive para vencer a tuberculose; coragem para superar as adversidades de uma região disputada a bala e fogo por dois Estados; enfrentar e derrotar os poderosos políticos de minha cidade; ousar ser deputado, dirigir secretarias de Estado, mudar toda uma região, ser conselheiro do Tribunal de Contas.

Coragem para destruir a corrupção que impedia o desenvolvimento do meu município e, como prefeito, realizar uma gestão transparente, com participação popular, prestação pública de contas, inovação, competência administrativa e compromisso social. Minha carreira política, a partir daí, foi consequência do reconhecimento ao trabalho de prefeito, o que transcendeu os limites do meu município e até de minha região.

É preciso coragem para manter-se fiel aos seus valores, mesmo cercado de tentações por todos os lados. São mais de 40 anos de serviço público, sem uma mancha, sem um cheque sem fundos na praça, sem enriquecimento ilícito, sem crimes contra a ordem tributária. Meu crime é ter coragem de encarar quem se acha poderoso. Mas ninguém vai me intimidar, porque tenho a força do povo e o poder concedido por Deus.

Enivaldo dos Anjos, deputado estadual (PSD)

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787Ele é um vereador atuante e que sabe perfeitamente fazer o seu papel de parlamentar, este vereador é Zé Valdeci (PT), que cobra das autoridades competentes e responsáveis as soluções para os problemas das comunidades de Barra de São Francisco. Assim descreve o vereador Zé Valdeci: Além dos moradores que nos procuram para fazer suas reclamações, podemos constatar que o bairro Vila Vicente continua abandonada pela atual administração executiva municipal. Alvo de vários discursos políticos, em momentos eleitorais, o bairro permanece esperando pelas obras prometidas em campanha, pelo atual gestor.

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675A esperança de que a situação fosse revertida, deixou os mantenopolitanos mais uma vez frustrados. Assim foi a conclusão da última sessão entre vereadores e autoridades de saúde local e regional, que ainda continuarão lutando para que se, porventura mais tardiamente saia do coma, o Hospital não fique com sequelas. (Falamos aqui da instituição jurídica, e não da estrutura física).

Na tarde de sexta-feira, 24/04/2015, assim como proposta pelo poder legislativo municipal, exatamente as treze horas foi dado início à reunião, tendo como pauta principal, o desfecho dos fatos que desencadearam em uma manifestação popular sem precedentes na história do município.

Na missão de dar uma resposta à população de forma transparente e direta, o promotor de justiça, Izaías Antônio de Souza,  condenou na sequência, as calúnias dirigidas à sua pessoa, sendo-lhe imputada a culpa, de forma inescrupulosa e sem conhecimento de causa, dos fatos que culminaram no encerramento, pelo prazo indefinido, das atividades do hospital nossa senhora das dores. (Sociedade Beneficente São Vicente de Paula).

O promotor Izaías reafirmou a sua missão de seguir, no âmbito que lhe é conferido, como sendo um dos alicerces que sustentam os pilares da justiça, em face das doutrinas, que determinam a fidelidade na aplicação das regras legais.

Na linha do bom humor disse que nem sequer poderia literalmente ABRIR ou FECHAR as portas sem a chave e a permissão do responsável pelo imóvel. Ressaltando, porém que o seu fechamento institucional incluem uma série de questões a que estão envolvidos os órgãos fiscalizadores, e reguladores, tais como a vigilância sanitária, secretaria de saúde municipal e estadual, estendendo-se até ao ministério da saúde.

Estiveram na reunião autoridades diretamente convidadas pelo Ministério Público local, figurando entre eles o Dr. José Adalberto Dazzi, atual dirigente do CAPS colecionador de um vasto histórico de êxitos frente ao MP capixaba, estando como representante direto do Dr. Eder Pontes da Silva, então desembargador geral de justiça do estado do Espírito Santo, cedendo gentilmente a sua vasta experiência em função de ajudar a conciliar os propósitos que culminaram na realização desta sessão de caráter emergencial.

Na sequência, a Dra. Quezia Margôtto, Chefe do núcleo regional de vigilância sanitária, e do médico sanitarista, Dr. Júlio César. Como convidados da câmara, a secretária municipal de saúde, Sandra Regina, cada qual com os seus pareceres técnicos, jurídicos sanitários e administrativos pertinentes à continuidade ou não das atividades do Hospital Nossa Senhora das Dores, bem como a assessoria jurídica da câmara de vereadores, que contava com a presença do poder executivo. Amparados pelo procurador municipal, Dr. Rui Dadavel, bem como a do Prefeito Maurício Alves.

O prefeito expôs a sua opinião, dando parecer favorável a um consenso, observando, portanto que as diretivas das leis devem ser consideradas. A reunião foi aberta de forma visivelmente tensa, quando o Dr. Izaías, logo após as considerações iniciais do senhor presidente da câmara, deu início às primeiras palavras dirigindo-se diretamente ao senhor Hildebrando, que em companhia do senhor Regino, registrou a sua indignação.

O promotor Izaías relata que fora surpreendido com um comunicado via celular, do quê estava ocorrendo por ocasião do que seria uma manifestação em prol do hospital. Ele expressou contundentemente que a violência moral também se enquadra em uma das formas de agressão à pessoa, enfatizando que nestes termos, a manifestação não foi totalmente pacífica.

Ele considera que houve sim, uma inconcebível e injusta violência, que foi-lhe diretamente dirigida em forma de gritos de ordem e faixas pedindo a sua saída do município, à frente do ministério público. Ações estas confirmadas em vídeos, já que no momento se encontrava ausente, o que considerou infundadas e vazias de argumentos legais, pois as recomendações que foram interpretadas como uma ordem decretada, foram encaminhadas formalmente, a fim de que se evitasse o confronto às leis de forma aleatoriamente premeditada, e que fora interpretada como uma ordem oficial.

Relata o Sr. Hildebrando, atual diretor desta instituição hospitalar. que as palavras vindas do Dr. Izaías seriam uma ordem teoricamente oficial e decisiva, mesmo que verbalmente, em face da sua autoridade, condição esta veementemente negada pelo sr. promotor.

O desfecho da terceira manifestação popular em prol do hospital, que tomou proporções de dramáticas a alarmantes, não foram suficientes para que se promovesse a anulação do seu fechamento, que apesar de aparentemente estar operando dentro da normalidade, supunha-se infringir uma série de determinações legais exigíveis para este tipo de atividade, sendo o caso específico deste hospital, uma sequência de problemas condenáveis e totalmente desenquadrados dos parâmetros mínimos exigidos pelo ministério da saúde, para que tais atividades tivessem respaldo legal.

Sua interdição em face dos resultados dos laudos técnicos da vigilância sanitária, tornaram-se inevitáveis. Ressaltou o técnico, complementando que um hospital é revestido de muita complexidade nos conceitos que incluem higiene, condições de trabalho, temperatura ambiente, sistemas de esterilização, especialização específica de mão de obra aquisição e descarte de materiais, etc.

O Dr. Júlio observou também a questão de recursos financeiros oriundos de doações ou verbas legais, sejam em quais montantes forem, não possibilitariam isoladamente, que todas as demais pendências específicas fossem resolvidas, destacando que a forma de gestão é predominantemente decisiva para o êxito ou fracasso da instituição.

Entre episódios saudosistas e nostálgicos, seguiu-se o desfecho da reunião, tendo o diálogo tomado proporções já previstas, cuja sincronia conflitante entre o real e o imaginário não proporcionaram o consenso harmônico entre o possível e o recomendável.

O presidente da câmara manteve-se firme em direcionar a sessão, de forma lúcida e objetiva, dando espaço para que as demais autoridades pertinentes à questão da saúde ali presentes, incluindo a secretária de saúde do município, o representante do setor de fiscalização, e o representante do MP, argumentassem, dentro de suas atribuições, o porquê do fato da não possibilidade de reabertura do hospital, sempre levando em consideração que, dar prosseguimento ao seu funcionamento de forma deliberada e incondicional, constitui irresponsabilidade, expondo riscos previsíveis à saúde pública, e incorrendo em condenação judicial dos envolvidos. Satisfazer os anseios da população, sem, portanto respeitar e seguir a cronologia burocrática exigíveis para que qualquer instituição de saúde pública ou privada prossiga com as atividades, culminaria em uma insustentabilidade, além de atrair ainda mais problemas que viriam se somar aos anteriores, que até então permanecem pendentes, e sem previsão aparente de qualquer solução.

O promotor Izaías , em face de sua autoridade e consequente peso e eloquência de suas palavras, demonstrou durante toda a sessão a compostura que lhe é peculiar, e a grandiosidade típica dos humildes, não fazendo da sessão um tribunal condenatório, e ressaltando que o Ministério Público não age por influências, mas pela aplicação fiel das leis.

Esboçando até considerável descontração e bom humor, mas não abrindo mão de sua característica nativamente reconhecida de austeridade, qualidade esta que o define como sendo, um homem polêmico na condição de promotor, e de palavras e atitudes solidamente contundentes, quando se trata de permanecer firme, na adjacência paralela dos que apregoam as leis de forma equacionada, mas dentro dos princípios fundamentais que separam injustos e injustiçados.

Considerou-se que a população local, apesar de estar exercendo o seu direito democrático de protestar, convergiu-se em um túnel escuro de desinformação, e diante do romantismo socialista típico, que afeta aqueles que aspiram por justiça de forma coletiva.

Há também a infiltração de interesses adversos, e que as manifestações deveriam ser o último recurso, quando todas as outras alternativas tivessem sido esgotadas, na busca do diálogo ou do consenso, evitando assim a sumariedade impiedosa e imediatista do tribunal popular. Que em face de nem sempre considerar as regras fundamentais de direito e defesa, ao querer fazer justiça sem real conhecimento de causa, possam incorrer em um julgamento perversamente injusto e desastroso.

O senhor Hildebrando, representando a unidade hospitalar na condição de diretor, e tendo como presidente, o sr. Regino, ao final da sessão, demonstraram visivelmente a decepção e manifestaram novamente a indignação, após a exposição do relatório da vigilância sanitária, que somado a outros fatores e argumentos apresentados durante o debate, culminaram na conclusão unânime de qualquer alternativa imediata de reverter a situação, a qual pleitearam em conjunto com a comunidade, cuja reversão do quadro empreenderia tempo e cumprimento dos critérios legais. Segundo a comissão sanitária, quaisquer outros meios seriam técnica, e juridicamente ilícitos e condenáveis, e não poderiam ter o respaldo das leis, concluiu o representante do ministério público.

Os vereadores mostraram-se solidários, mas puderam reconhecer em face dos argumentos expostos pelas autoridades afins ali presentes, contrários à reabertura do hospital de que, restavam pouquíssimas e dispendiosas alternativas para que se resolvesse o impasse.

O fator principal que preocupava a todos de forma consolidada, durante as últimas horas da sessão, que foi encerrada as 18:20, demonstrava obviamente ser o de explicar isto à população. Que diante de tantas restrições de recursos sociais, se tornou intolerante, sendo impelida à atitudes extremas tais como as recentes manifestações, que se tornaram aliás por todo o Brasil, a cartilha da literatura democrática, onde escritores e personagens não falam no mesmo idioma.

O Dr. Izaías advertiu quanto aos perigos inerentes às manifestações. Credita-se isso devido ao envolvimento emocional a que os manifestantes são submetidos, com um misto festivo e violento, favorece a infiltração de outros segmentos de interesses alheios à causa, promovendo o oportunismo criminoso e até o desfecho trágico. Ressaltando que todas as ações dos três poderes são baseadas em leis constituídas, condenando a revelia imprudente de tentar resolver as questões críticas na base da truculência.

Havia uma unanimidade no que concerne às leis sanitárias, de que são elaboradas de forma generalizada como padrão para a unidade federativa, e que muitas vezes não se enquadram às condições específicas de cada região, que têm aspectos peculiares diferenciados nas questões culturais, raciais, sociais e humanas.

Os vereadores demonstraram real preocupação à causa, mas também expressaram-se em função de preservar a autoridade legítima das partes envolvidas, na condução dos fatos, segundo as suas atribuições. Tendo o zelo de que a sessão não tomasse rumos políticos, reconhecendo o direito democrático e constitucional dos apelos públicos em forma de manifestações de qualquer natureza de expressão, desde que não sejam antagônicas aos princípios da proteção física e da dignidade humana, bem como do patrimônio público ou privado.

Reportagem de José Filho e Ronny Peterson, Narração de Márcia Azevedo.

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Foto ilustrativa
Foto ilustrativa
Foto ilustrativa

Policiais do 11º BPM prenderam na tarde deste domingo (26/04/2015) por volta das 14hs, Arly Ferreira de Aquino, 32 anos, de apelido “Bau”, que atentou contra a vida de Jose Ferreira Gomes, 58 anos. Arly, ao ser flagrado em sua residência com a esposa de José, armou-se de posse de um revólver calibre 32 carregado com seis munições e atirou contra José. Segundo informações, o marido foi até a residência do acusado, ao chegar lá teve uma bela surpresa, encontrou a esposa na residência de Arly.

O marido há alguns dias já vinha desconfiando da amizade entre o acusado e sua esposa, um amigo já tinha o alertado sobre os dois, dizendo, inclusive, que os dois eram amantes, inconformado com a situação, na tarde desse domingo, José Ferreira resolveu tirar a limpo toda a história, indo até a residência do acusado. Ao chegar na residência ele se deparou com a esposa na casa do sócio, que sacou de um revólver e atirou três vezes, a arma mascou as duas primeiras munições, sendo deflagrada a terceira, que acertou o tórax da vítima.

O acusado disse que atirou porque foi agredido por José, mas a mulher nega qualquer agressão do marido ao amante. A polícia informou que a vítima estava lúcida, e foi conduzida para o hospital Dra. Rita de Cássia Melgaço em Barra de São Francisco. Os policiais chegaram no momento em que o crime estava acontecendo, anunciaram voz de prisão ao acusado, o dominaram e o conduziram para o DPJ de Barra de São Francisco, para as providências cabíveis.

Morador de São Mateus morre em acidente de trânsito em Águia Branca

Por volta das 17h20min, deste domingo, 26 de abril de 2015, um acidente com um motociclista na rodovia ES 080, na serra da braúna, no Córrego da Jabuticaba, em Águia Branca, foi registrado pela polícia militar onde Carlos Alberto França de 58 anos morreu.

Carlos Alberto é morador de São Mateus/ES, foi a Águia Branca a fim de participar de uma festa de cavalgada que aconteceu na Cidade, mas ao retornar para sua Cidade, após participar do evento, na serra da braúna em uma curva, perdeu o controle de sua motocicleta, uma Suzuki 1100 cilindrada de placa KVG 2038, e colidiu com uma cerca, morrendo no local devido o impacto e a gravidade dos ferimentos.

 

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5678Está realmente ficando muito bonito mais um empreendimento em Mantena que deve estar concluído já no próximo mês de Maio. Trata-se do salão de eventos denominado APAE Eventos, situado no antigo espaço onde existia a Sede do Rotary Clube, próximo da Caixa D´água/SAAE de Mantena. O local foi completamente transformado, estrutura moderna, muros de vidro, espaço interno estilizado e com muito bom gosto. Cozinha espaçosa, pátio pavimentado, e em breve conforto e estilo a serviço dos mantenenses.

A obra está praticamente concluída, restando detalhes e a pintura final, segundo informações no próximo mês haverá uma solenidade dando assim como inaugurado este empreendimento que será um marco para a cidade bem como para a Associação dos Pais e Amigos dos Excepcionais de Mantena, uma instituição que vem conquistando e realizando seus sonhos com o apoio da comunidade.

 

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001Depois de abandonar a Praça no centro de Barra de São Francisco e deixar que mendigos, traficantes, usuários de drogas, entre outros, o prefeito de Barra de São Francisco ao que parece não gosta de “praças” e a prova deste descaso está aos olhos da população local.

Outra Praça Abandonada pelo prefeito é a do bairro Campo Novo, uma das poucas ainda frequentada em Barra de São Francisco. Ultimamente o que se vê na Praça do Campo Novo é muito lixo, entulho, insetos, cachorros e urubus tomando conta do local. Até animal frequenta a Praça agora, um descaso já mais visto na cidade.

A maior revolta dos moradores é a de que o bairro conta com um vereador “tampão”, Admilson Brum, mas que tem virado os olhos para a comunidade ao qual ele mora e também é presidente da associação. No bairro as pessoas se perguntam, o que leva o prefeito a não “gostar” de Praça?

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