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11390399_764059527040225_3992016288239311940_nA vereadora Gleyciaria Bergamim, que por sinal está realizando um trabalho digno de destaque em Nova Venécia, em uma sessão recente na câmara municipal e ao fazer o uso da tribuna daquela casa de leis, disse que a situada no interior de Nova Venécia, a situação é lastimável e cobra soluções para resolver os problemas existentes.

A vereadora está preocupada e com toda razão a respeito da estrutura de escola, pois segundo ela, a mesma está em condições precária e necessitando de uma reforma urgente, inclusive, as crianças e profissionais estão expostas ao risco de uma tragédia.

A cobrança por providencias especialmente em relação à segurança já ocorre por parte da vereadora desde 2014. Existe apenas um banheiro para atender crianças e adolescentes, o que traz constrangimento tanto aos meninos como as meninas.

O banheiro existente na sala de educação infantil está quebrado desde o ano passado, ou seja, 2014, o que ocasiona mau cheiro insuportável durante as aulas.

O muro está praticamente destruído, as partes que ainda permanecem de pé, correm risco de desmoronar a qualquer momento colocando em risco a integridade física dos estudantes.

A bomba d’água utilizada para abastecer a escola, está com problemas, fazendo com que a água transborde sobre o foro das salas atingido, inclusive, a parte elétrica.

O refeitório é coberto com telhas de amianto e está desabando sendo impossível sua utilização pelas crianças. Outra questão abordada foram os abaixo-assinados feitos pela população veneciana.

Considerando a omissão do município em relação a limpeza de ruas, quadras abandonadas, esgotos expostos a céu aberto, dentre outros, os moradores estão recorrendo a essas assinaturas exigindo providencias diante os problemas apresentados.

A quadra do Bairro Margareth está sem receber manutenção há anos, portas e banheiros quebrados, sem iluminação, tomada pelo lixo, restos de cigarros e preservativos, sendo um cenário propício a traficantes, usuários de drogas e prostituição.

Um local que deveria servir como um espaço de recreação para todos moradores do bairro hoje reflete o medo trazido pela falta de segurança. Já os comerciantes e os moradores próximos ao centro de Convivência do Idoso estão sofrendo por causa do esgoto a céu aberto, além do mau cheiro e mosquitos, existe a questão ambiental, pois, o esgoto está contaminando uma nascente no mesmo local.

Há um ano a vereadora fez uma indicação ao prefeito para que fosse realizado o sistema de manilhamento do esgoto e nada foi feito até o momento. Diante da omissão do Executivo Municipal, a vereadora Gleyciaria protocolou denúncia no Ministério Público visando que sejam tomadas as providências necessárias objetivando sanar os transtornos e incômodos que vem passando a população.

 

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7878O bairro Vila Vicente em Barra de São Francisco está abandonado pela atual administração a exatamente dois anos e cinco meses e apesar das promessas feitas por parte do prefeito, nada foi feito para resolver os problemas existentes, inclusive, o vereador Admilson Brum havia mostrado através de fotos no final do ano passado o descaso com o bairro por parte da prefeitura.

Na sessão de segunda-feira, 01/06/2015, os vereadores Valézio Armani e Paulinho do Hospital, voltaram a pleitear obras e serviços no bairro, incluindo na Rua Carlos Valli, uma das mais importantes vias de interligação dos bairros Irmãos Fernandes com a Vila Vicente. De acordo com os moradores da referida rua, falta calçamento, drenagem, limpeza em geral e melhorias no sistema de iluminação pública.

O vereador Valézio Armani, enfatizou que vem sendo cobrado por parte de alguns moradores, um empenho maior dos demais parlamentares, para que sensibilize o prefeito a realizar as tão sonhadas melhorias. Argumentou que os pedidos já foram feitos através de indicações. Este site vem insistentemente cobrando soluções para os moradores do bairro, mas o atual administra tem se mostrado “arredio”, ou seja, fugindo dos problemas.

O vereador Zé Valdeci (PT), entrou com um pedido de informações junto a prefeitura, no sentido de obter informações sobre a liberação ao tráfego de veículos, na rua Alacy Costa, via esta que se encontra com as obras paralisadas e a população anda indignada com a prefeitura, uma vez que a mesma passa todo tipo de veículo e provoca muita poeira, além de buracos abertos e muito mosquito.

O vereador Zé Valdeci teve a unanimidade de votos dos seus pares, quando apresentou ao plenário, o pedido de informações que se baseia em dois pontos principais: 1º que seja informado o motivo da liberação do trânsito de veículos automotores, sem a devida fiscalização da obra e 2º que também seja informado o motivo pelo qual a empreiteira paralisou a execução dos serviços na referida via. As cobranças existem, mas a prefeitura não “reage”.

 

 

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A verdade é a de que o serviço mau feito na gestão anterior ocasionou neste afundamento
A verdade é a de que o serviço mau feito na gestão anterior ocasionou neste afundamento
A verdade é a de que o serviço mau feito na gestão anterior ocasionou neste afundamento

Se aproveitando supostamente de um serviço mau feito pela administração anterior de Mantena, um caminhão possivelmente com excesso de peso afundou uma de suas rodas em uma rua da cidade, onde o asfalto cedeu e a oposição com o intuito de “quanto pior melhor”, inclusive, usando parte da imprensa para mentir para a população querem atribuir o fato ocorrido a atual administração.

Depois do incidente, funcionários da Prefeitura estiveram presentes com maquinas para retirar o veículo que teve a roda envolvida por um buraco que cedeu no asfalto  e o SAAE – Serviço Autônomo de Água e Esgoto imediatamente  começou o trabalho para sanar o problema e analisar sua profundidade.

“Se tinha de haver uma PESQUISA E PREVENÇÃO deveria ter sido realizada na época da realização da “cobertura asfáltica”, pois o mesmo  foi feito sobre uma estrutura antiga, ou seja, o gestor da época preferiu não pesquisar e prevenir um futuro problema, colocando asfalto sem fazer qualquer tipo de prevenção”.

Existem pessoas que se acostumava a levar vantagens ilícitas em administrações anteriores, mas esta pratica foi banida na atual administração, talvez seja este o problema de ataques constantes contra o prefeito Dr. Wanderson que tem administrado o município sem permitir que uma meia dúzia tente usufruir de vantagens ilícitas, “este tipo de vicio que supostamente ocorria anteriormente eu deu um basta”, disse o prefeito.

“tem pessoas que viveram próximo a mim e se diziam meus amigos, mas depois que ganhei as eleições se achara no direito de querer mandar em minha administração e até exigir coisas absurdas, mas graças a Deus eu não permiti esta pratica abusiva e hoje andam falando mal de mim”, disse o prefeito.

Dr. Wanderson Coelho “fechou as torneiras” e a oposição em Mantena parte para os contra ataques.

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Prefeito Dr. Wanderson Coelho
Prefeito Dr. Wanderson Coelho
Prefeito Dr. Wanderson Coelho

A administração municipal comunica que o pagamento de todos os servidores da Prefeitura Municipal de Mantena se encontra depositado na Caixa Econômica Federal em Mantena a partir desta quarta feira, (03/06).  Mesmo com grandes dificuldades financeiras o prefeito Dr. Wanderson Coelho vem priorizando a folha de pagamento acertando com o funcionalismo até o quinto dia útil de cada mês.

De acordo com informações existem algumas prefeituras no Estado de Minas Gerais que não estão conseguindo nem mesmo quitar sua folha de pagamento e  algumas com até três meses de atraso.

Nestas cidades além da falta de pagamento aos servidores os gestores não estão conseguindo realizar obras, vale enfatizar que em Mantena além do pagamento do funcionalismo em dia a administração esta realizando oito obras no momento, mostrando assim compromisso com a população  conduzindo uma politica publica diferenciada preservando valores como ética, moral, honestidade e compromisso com a Terra Boa.

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780A polícia civil de Barra de São Francisco está mais atuante do que nunca e vem cumprindo com eficiência os mandados de busca e apreensão e prisões. O delegado de polícia Juliano Batista informou que é obrigação da PC fazer os mandados de busca e apreensão, porém devido a falta de efetivo era impossível e a polícia militar fazia o serviço que é obrigação da polícia civil e agora com o aumento do efetivo “estamos mais atuante, porém a parceria com a polícia militar é primordial, pois tanto a polícia civil quanto a polícia militar tem que está unidas para combater a criminalidade e dar uma melhor segurança a sociedade”, finaliza.

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100Uma carreta carregada com bloco de granito tombou na tarde desta terça-feira, 02 de junho de 2015, próximo a ponte do Rio São Mateus, no Polo Industrial em Barra de São Francisco. O cavalinho da carreta da empresa Bramagran ficou de rodas para cima deixando o bloco de granito caído no acostamento. Segundo informações, não houve feridos, mas um pequeno congestionamento se formou na pista.

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Admilson Brum
Admilson Brum
Admilson Brum

Agora é real, os vereadores Jessui da Cesan, Tiãozinho da Colina e Mulinha receberam dirias no valor de R$ 1.600 reais cada um para acompanhar o prefeito de Barra de São Francisco na marcha dos prefeitos a Brasília. O único vereador que não recebeu diária foi o repórter Admilson Brum (PP), que ocupa uma vaga na câmara municipal no lugar de Emerson Lima que se encontra licenciado, ele ocupa o cargo de secretário de transporte na prefeitura.

Com este gesto o vereador (tampão), Admilson Brum, deixou os outros três vereadores em maus lenções e provou para seus colegas que com o próprio salário vai onde que sem ser preciso tirar grana dos cofres públicos.

Até agora ninguém entendeu os motivos de quatro vereadores ir a Brasília atrás de prefeito, se a marcha eram deles e não tinha nada a ver com vereadores. O Ministério Público pode até entrar neste caso e cobrar devolução das diárias aos vereadores, pois a viagem deles a Brasília foi apenas para gastar grana. Muita gente entende que esta viagem é para fazer farra com diárias, pois não se justifica gastar dinheiro em encontro de prefeitos.

O Tribunal de Contas deverá ser acionado nesta questão, pois isto é uma aberração. O povo precisar ficar atento nestas questões e cobrar transparência e respeito com o dinheiro do contribuinte. Há informações que existem outros gastos nesta viagem a Brasília e estamos investigando o caso.

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SAMSUNG CAMERA PICTURESA CPI dos guinchos anda a todo vapor na Assembleia Legislativa-ES, tendo como presidente o deputado estadual Enivaldo dos Anjos (PSD). Este site tem acompanhando de perto passo a passo de tudo que ocorre com notícias e depoimentos em cima do lance e em tempo real através de toda nossa equipe de reportagem.

As denúncias chegam de Norte a Sul e a cada dia os internautas ficam horrorizados com que vê e lê em nossos noticiários, além da imprensa de todo Estado do Espirito Santo destacar tais acontecimentos. Em Nova Venecia a coisa não é diferente de outros centros e cidades e o que se vê são carros e motos empilhados um em cima do outro. A ação do tempo vai deteriorando tudo pela frente, com os veículos sendo consumido com o sol, chuva e poeira.

Em Barra de São Francisco nossa equipe de reportagem recebeu uma denúncia anônima, onde vários veículos estavam no meio de um pasto e nos fundos de um curral. A área onde está jogado tais veículos fica em uma propriedade particular pertencente a Ronaldo Rezende nas proximidades dos bairros Vila Luciene e Vila Vicente. Esta situação é absurda e até irresponsável.

Vejam as fotos de Barra de São Francisco no meio do pasto.

Vejam as fotos de Nova Venécia no pátio.

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DSC02382Um certo tom de frustração marcou a sessão desta terça-feira (2) da CPI da Sonegação, que acabou bem mais cedo do que de costume, quando o seu presidente, deputado Enivaldo dos Anjos, anunciou que encerraria os trabalhos, “que foram infrutíferos”, e analisaria, com os demais membros da Comissão, numa reunião extra, a possibilidade de convocar os presidentes da Fibria e da Petrobras para dar explicações que eles considerou insatisfatórias dos técnicos.

Antes de encerrar, porém, o presidente sugeriu, e os demais deputados – Guerino Zanon e Cacau Lorenzoni – acataram, os nomes dos próximos convidados para a CPI: o gerente de arrecadação e cadastro da Secretaria de Estado da Fazenda, Sérgio Pereira de Castro, e o procurador do Estado, Cláudio Madureira, chefe da Procuradoria de Petróleo, Mineração e Outros Recursos Naturais(PPetro), na Procuradoria Geral do Estado.

A CPI vai renovar os convites, “se necessário, com utilização de medidas judiciais”, segundo Enivaldo, para o comparecimento de dois funcionários da Petrobras, que não atenderam ao convite para prestar depoimento nesta terça: Edilson Altoé, que justificou estar de férias, e o gerente jurídico da empresa no Espírito Santo, Antonio Carlos de Freitas.

Quatro pessoas prestaram depoimento: a procuradora do Estado Gabriela Milbratz Fiorot, que trabalhou na área jurídica da Petrobras entre agosto de 2006 e dezembro de 2007; o chefe de segurança da Petrobras, Gilcimar Luiz Nossa; o gerente geral de Controladoria da Fibria, Adjarbas Guerra Neto; e o advogado Romário Martins de Oliveira, que ocupava cargo comissionado no Tribunal de Contas do Estado do Espírito Santo de 2008 a 2012, quando foi exonerado depois de ser detido na Operações Em Nome do Pai, em 26 de dezembro de 2012. Processo arquivado O primeiro depoimento foi de Romário Martins.

Ele era inspetor na 7ª Controladoria do Tribunal de Contas, setor que cuida de aposentadoria e pensões de servidores públicos. Romário disse que conhecia o dono da CMS, Cláudio Salazar, por ser vizinho de porta de um irmão do fiscal de rendas da Prefeitura de Vitória, que tem também a empresa de consultoria na mesma área.

Segundo Romário, ele nunca teve nenhum contato com os processos envolvendo a CMS no Tribunal de Contas, porque sua área de atuação era outra. De acordo com Romário Martins de Oliveira, ele foi preso no dia 16 de dezembro, levado para o Complexo Penitenciário de Viana, mas quatro dias depois colocado em prisão domiciliar por falta de sala de Estado Maior naquela unidade.

Quando ocorreu a segunda leva de prisões, da Operação Derrama, Romário foi reconduzido para o quartel da Polícia Militar em Maruípe. “Ali fiquei dias que não sei dizer quantos, porque o inferno é tanto que é impossível contar os dias”, disse. Recentemente, conforme o ex-servidor do Tribunal de Contas (demitido no dia 31 de dezembro de 2012) disse à CPI, o Ministério Público de Aracruz mandou arquivar o processo da Operação Em Nome do Pai (no qual ele foi incluído) por não terem sido encontrados indícios de qualquer participação dele no suposto esquema montado com servidores públicos e empresas de consultoria para “extorquir grandes empresas do Estado”.

O gerente geral de Controladoria da Fibria, Adjarbas Guerra Neto, informou à CPI sobre o pagamento de R$ 33 milhões à Prefeitura de Aracruz como débitos fiscais. Segundo ele, a autuação havia sido feita em 2002, e ainda não havia sido ajuizada, estando em tramitação administrativa quando a Votorantim Celulose e Papel (VCP) incorporou a Aracruz Celulose em 2009, dando origem à Fibria.

“Eu cheguei para a empresa com a incorporação. Vimos que os impostos eram devidos e entramos no Refis municipal, pagando a dívida”, disse Adjarbas. De acordo com o gerente, não há como analisar se os fiscais de Aracruz têm capacidade técnica a ponto de não precisarem de uma consultoria externa, embora os considere bons técnicos.

Adjarbas assegurou à CPI que a Fibria nunca deu dinheiro a ninguém para não recolher impostos, teve conhecimento de que a Justiça determinou a liberdade de Cláudio Salazar de acompanhar os fiscais municipais em visitas à empresa e que a companhia, atualmente, não tem débitos com o município ou o Estado. “Somos imunes a ICMES nas exportações, mas pagamos esses impostos nos insumos”, disse o gerente.

Pressão O depoimento mais tenso foi da advogada Gabriela Milbratz. Vários detalhes abordados pelo deputado Guerino Zanon em relação a documentos da Operação Derrama ela não se lembrava ou não tinha conhecimento – “faz muito tempo que atuei na assessoria da Petrobras, entre 2006 e 2007, e alguns dados já não me lembro” -, mas se lembrou que deixou uma reunião pela metade na Prefeitura de Itapemirim.

“Deixei aquela reunião porque o tom do encontro havia ficado muito tenso. Eu tinha apenas 24 anos e senti muito forte a pressão. Saí do encontro porque senti que a Petrobras estava sendo pressionada a atitudes com as quais eu não concordava. A pressão era feita pelo Procurador do Município, pelo hoje deputado Ferraço (Theodorico Ferraço, que era secretário de Governo na gestão da prefeita Norma Ayub) e pelo Cláudio (Cláudio Salazar, da CMS).

As coisas já estavam fugindo do aspecto jurídico. Então, me levantei e saí”, disse Gabriela. A advogada confirmou as declarações que deu ao Nuroc (Núcleo de Repressão ao Crime Organizado) da Polícia Civil, em 11 de janeiro de 2013, no inquérito que resultou na Operação Derrama, quando disse que se sentia intimidada por Theodorico Ferraço e que poderia até ser prejudicada no concurso que viria a prestar para a Procuradoria do Estado.

“Eles queriam que a Petrobras pagasse multa, quando o assunto estava sendo discutido judicialmente”, disse Gabriela. “Somente respondi ao que o delegado me perguntou”, acrescentou. Outro depoente oriundo da Petrobras, o gerente de segurança da empresa no Espírito Santo, Gilcimar Nossa, foi questionado pelo vice-presidente da CPI, deputado Guerino Zanon, sobre investigações que teria feito na vida de pessoas e empresas, fatos constantes no depoimento ao Nuroc, inclusive se referindo à fiscal de rendas de Vitória Marília José Soares Gueiros Freire como “testa de ferro de Cláudio Salazar”.

“Eram suposições e fiz isso com o intuito de colaborar com a autoridade policial”, disse Gilcimar, acrescentando que as pesquisas haviam sido feitas “na internet” e corrigiu uma informação dada na fase de inquérito sobre o endereço que atribuiu à empresa CMS e que, na verdade, reconheceu, era da Everest, outra empresa de consultoria na área de recuperação de créditos fiscais nos municípios.

Os deputados acharam temerário que suposições e erros de fato tenham sido utilizados para incriminações durante os inquéritos que resultaram em duas grandes operações policiais no Estado: Em Nome do Pai e Derrama, entre dezembro de 2012 e janeiro de 2013. Como consequência, dezenas de agentes políticos, servidores e empresários ficaram semanas presos.

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Deputados Ferraço e Enivaldo
Deputados Ferraço e Enivaldo
Deputados Ferraço e Enivaldo

Provocada pelo deputado Enivaldo dos Anjos (PSD), que na última semana denunciou da tribuna que o sistema “guardião” estaria sendo utilizado para escutas clandestinas de críticos do Governo, a Presidência da Assembleia Legislativa oficiou ao Tribunal de Justiça do Espírito Santo (TJES) solicitação de informações quanto à possível existência de interceptações telefônicas legais de deputados estaduais.

O anúncio foi feito na sessão desta segunda-feira (1). Líder do Governo na Assembleia, o deputado Gildevan Fernandes (PV) expressou sua confiança nas autoridades que conduzem a segurança pública do Estado e, “diante da ausência de indicativos”, não acredita em qualquer ação do Governo em interceptar ligações telefônicas dos Deputados.

Em aparte, o deputado Enivaldo dos Anjos criticou a posição do líder do Governo, destacando que “não é possível fazer voto de confiança à Secretaria de Segurança, quando um batalhão da Polícia Militar tem quase 40 armas roubadas”.

Ao mesmo tempo em que agradeceu a providência da Mesa Diretora em relação à escuta telefônica, o deputado Enivaldo dos Anjos solicitou que fosse oficiado ao prefeito municipal de Vitória para tomar providências contra ameaças de servidores da Guarda Municipal de Vitória contra motoristas da Assembleia e parentes de deputados, como represália contra as investigações da CPI da Máfia do Guincho.

“Hoje um guarda que foi ouvido disse que não obedece ao decreto da Prefeitura, mas apenas o Código de Trânsito, demonstrando claramente que a Prefeitura está sem controle sobre a Guarda Municipal”, destacou Enivaldo, ao exigir que o Prefeito precisa comandar esses servidores e “colocar ordem na casa”. Enivaldo destacou a independência e autonomia da Assembleia e dos deputados em exercerem suas atividades, registrando que o Poder Legislativo continuará a “sua atuação firme e destacada”.

O deputado Bruno Lamas registrou a importância do trabalho da CPI da Máfia dos Guincho, destacando, inclusive, que as pessoas o têm parado nas ruas elogiando a atuação do deputado Enivaldo na CPI.